terça-feira, 30 de novembro de 2010

RIVALIDADE "BRASIL X ARGENTINA"


Artilheiro, Rafael Moura espera catimba argentina em decisão 




Grande destaque do Goiás neste final de temporada, o atacante Rafael Moura está se preparando com o restante do elenco esmeraldino para a primeira partida da final da Copa Sul-Americana, que ocorre nesta quarta-feira, às 22h (horário de Brasília), contra o Independiente da Argentina, no Estádio Serra Dourada. Para o confronto decisivo contra os argentinos, o jogador já sabe o que esperar.

"Nossa grande preocupação com o Independiente é com o fator torcida, a malandragem e a catimba deles. Nós sabemos que eles jogam com duas linhas de quatro defensivas. O jogo vai ser muito aguerrido e eu espero não entrar em nenhuma provocação"

Mas uma vez a rivalidade entre Brasil vs Argentina estará em campo logo mais, e a torcida esmeraldina esta confiante que também se vê o seu time de coração vencendo o tal Todo poderoso Timão, que infelizmente vai ter que se contentar com um belo terceiro lugar no Brasileirão 2010.

Esta lançado mais uma matéria do nosso blog, sigam nosso blog, toda semana uma notícia sobre o mundo redondo da bola, não só nos gramados como nas mesas de botão.

Abraços e até a próxima notícia..

Eduardo Lemos.


sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Dener Augusto de Sousa "alguem lembra dessa fera"

Nome completoDener Augusto de Sousa
Data de nasc.2 de abril de 1971
Local de nasc.São Paulo-SP Brasil
Falecido em19 de abril de 1994 (23 anos)
Local da morteRio de Janeiro-RJ Brasil
Altura1,71 m
Informações profissionais
PosiçãoAtacante
Clubes de juventude
1988-1991Brasil Portuguesa
Clubes profissionais1
AnosClubesJogos (golos)
1991-1993
1993
1993
1994
Brasil Portuguesa
→ Brasil Grêmio (emp.)
Brasil Portuguesa
→ Brasil Vasco da Gama (emp.)
33 (2)
4 (4)
14 (5)
2 (1)
Seleção nacional
1991Brasil Brasil



Carreira

Em 1982, aos onze anos, Dener entrou pela primeira vez no Estádio do Canindé para defender a equipe mirim daPortuguesa de Desportos. Quatro anos mais tarde, teve de abandonar o sonho de fazer carreira no futebol para ajudar a mãe com as despesas de casa.
Órfão de pai desde os oito anos, Dener e os irmãos tiveram de começar a trabalhar para ajudar no sustento da família. Ele estudava pela manhã, trabalhava à noite e jogava futebol por cachê na Vila Maria, pelo colégio Olavo Bilac.
Em 1988 voltou a treinar nas categorias de base da Portuguesa de Desportos, após uma passagem frustrada de dois meses pelo São Paulo. O treinador Antônio Lopes, na época treinador da equipe sênior, promoveu o jogador à categoria mesma equipe, transformando-o em profissional. Dener treinava entre os sêniores e ainda jogava pelo juniores, e foi assim que levou a Portuguesa ao primeiro título do clube na Copa São Paulo de Futebol Júnior em 1991, sendo no fim eleito o melhor jogador do campeonato.
Com apenas 20 anos o jogador teve a sua primeira oportunidade com a camisa da Seleção Brasileira e em 27 de Marçode 1991, contra a Seleção Argentina em Buenos Aires, fez a sua estréia.
Em 1993 Dener foi emprestado por seis meses ao Grêmio onde conquistou o seu primeiro título numa equipe profissional. No fim do empréstimo, o jogador retornou à Portuguesa para disputar o Campeonato Brasileiro.
No ano seguinte o jogador foi novamente emprestado, agora para um clube carioca, o Vasco da Gama. Este seria o seu último clube até a sua prematura morte.

Morte prematura

Na época em que estava no Rio de Janeiro, sofreu um grave acidente que lhe tirou a vida. Dener voltava de São Paulo, onde havia se reunido com dirigentes da Portuguesa e doStuttgart, da Alemanha, para uma futura transferência, e passado o fim de semana com a família, quando o seu carro, dirigido pelo amigo Oto Gomes, perdeu a direção[1] e chocou-se com uma árvore na Lagoa Rodrigo de Freitas. O jovem jogador viajava dormindo no banco do carona do seu Mitsubishi Eclipse e foi sufocado pelo cinto de segurança, terminando tragicamente uma carreira promissora. Investigações posteriores descobriram que Dener deixou o banco inclinado demais, anulando a eficiência do cinto. Mesmo assim, a morte do jogador de futebol fez com que muitos jovens passassem a recusar o uso do dispositivo de segurança, que se tornaria obrigatório em 1998.

Após a morte

Em homenagem ao jogador, no mesmo ano da sua morte, foi disputada a Copa Dener, torneio reunindo Cruzeiro, Atlético, ambos de Minas, Botafogo e Vasco, do Rio de Janeiro ,Portuguesa e Santos, sendo que o Santos FC sagrou-se campeão ao vencer o Atlético Mineiro por 4 x 2.
Também em homenagem ao jogador, uma placa foi colocada no local do acidente e registra que ali Dener Augusto de Sousa perdeu a vida.
Dener deixou viúva e três filhos. Após a morte de Dener, a família que tinha direito a parte do dinheiro do seguro do jogador foi surpreendida com a notícia de que o jogador não tinha um seguro pois o Vasco da Gama, clube responsável no contrato a tratar do seguro, não fez qualquer seguro em nome do jogador. A família reclamou na justiça os seus direitos e após dez anos de julgamento o tribunal decidiu em definitivo que o Vasco da Gama deveria pagar à família e à Portuguesa de Desportos quantia referente ao seguro. A Portuguesa recebeu a sua parte, porém a família do atleta precisou mover uma ação judicial contra o Vasco da Gama para receber o dinheiro, pois o clube não reconhecia Luciana Gabino como esposa legítima de Dener, pois, apesar de estar com o jogador desde os 18 anos e de ser a mãe dos seus filhos, não era oficialmente casada com ele[2]. Após treze anos de disputas judiciais, o clube e a viúva de Dener chegaram a um acordo para o pagamento da dívida.

Títulos

Portuguesa
Copa São Paulo de Futebol Júnior: 1991
Grêmio
Rio Grande do Sul Campeonato Gaúcho1993
Vasco da Gama
Rio de Janeiro Campeonato Carioca1994
Taça Guanabara: 1994
Esse foi um craque, todos diziam que era o novo Pelé.....





quarta-feira, 17 de novembro de 2010

CONCURSO DE ARTE PARA BOTÕES


FUTMESA BRASIL....PARTICIPE E PRESTIGIE O CONCURSO DE ARTE PARA BOTÕES MODELO FECHADO









PARTICIPE E PRESTIGIE O CONCURSO DE ARTE PARA BOTÕES MODELO FECHADO

- Formato e data do concurso a serem definido em breve (aberto a sugestões)
- Votação aberta a todo público através de enquetes (parte inferior do blog)
- Corpo de Juri Técnico  
- Premiações para os primeiros colocados (time e troféu)
- Deixe seu contato e sugestões

Objetivos

- Diversão
- Integração entre escudófilos e botonistas de todo o Brasil
- Divulgação das Artes, Artistas e do Futebol de Botão/Mesa
 
Se for for escudófilo nos de a honra de sua participação
e caso não seja fique a vontade para convitar pessoas.
 
Juntos para que o Futebol de Mesa/Botão seja do tamanho do amor que temos por ele.
 
Obrigado
Glauco Alan


sexta-feira, 12 de novembro de 2010

KV Mechelen


KV Mechelen.png

Y.R. K.V. Mechelen é um clube de futebol da Bélgica de Mechelen na provincia de Antuérpia. É ocasionalmente conhecido pelo seu nome em francês, FC Malines.


História

Fundado em 1904, poucos meses após a fundação do clube da cidade rival o K.R.C Mechelen, o clube teve a sua época dourada a nível doméstico e europeu no período de 1987-1990.
São actualmente o último clube belga a ganhar uma competição europeia. O K.V. Mechelen parecia destinado a ser um dos clubes do topo na Bélgica, mas depressa entrou em declínio quando o seu presidente Cordier (que ganhou os direitos dos seus jogadores) foi forçado a vender alguns dos seus jogadores devido aos maus resultados económicos. Em 10 de Junho de 2007, a equipa atingiu a primeira divisão belga, a Jupiler League.

Títulos

Primeira Divisão Belga:
    • (4): 1943, 1946, 1948, 1989
  • Segunda Divisão Belga:
    • (5): 1928, 1963, 1983, 1999, 2002
  • Ronda Final da Segunda Divisão:
    • (2): 1981, 2007
  • Terceira Divisão Belga:
    • (1): 2005
  • Taça da Bélgica:
    • (1): 1987
  • Taça das Taças:
    • (1): 1988
  • Super Taça Europeia:
    • (1): 1988







sábado, 23 de outubro de 2010

ZAMORIM FUTEBOL DE BOTÃO "DISSE E É VERDADE"


Preço “justo”, “abusivo”, ou simplesmente “o preço”?

14 de setembro de 2010Quando falamos em comprar times de futebol de botão, é comum a gente ouvir coisas do tipo: “o preço do cara é abusivo”, “onde encontro botões a preços justos?” ou “o cara cobra R$20,00 em um botão, mas eu só gasto R$3,00 com material.
Eu acho muito complicado julgar o preço do trabalho dos outros. É preciso entender que um artesão de futebol de botão (e de qualquer outra coisa) não está cobrando pelo acrílico que ele gasta no time. Ele está cobrando pelo trabalho na confecção, pelo tempo que passou aprimorando as técnicas que utiliza e por um bocado de outras “coisinhas”, inclusive, certamente, pelo material utilizado, que pode ser fácil de encontrar ou mais raro. E é justo, muito justo!
Cada um sabe o custo do trabalho. Ninguém é obrigado a pagar, mas provavelmente o preço é justo. Certa vez, quando fui ao Rio para um torneio de dadinho, vi um cara vendendo uns goleiros fantásticos, chumbados e muito trabalhados com detalhes finíssimos em acrílico. Os preços variavam de R$100,00 a R$400,00, por UM goleiro. Acho caro para o meu bolso, EU não poderia pagar, mas fiquei babando nos goleiros e nunca ousaria criticar o cara pelo preço que ele cobra, porque imagino o trabalho que ele teve para criar cada uma daquelas peças. E ele vende, porque tem gente que tem condições financeiras para tal e acha que a qualidade do trabalho vale o preço.
E não estou com esse blá, blá, blá para benefício próprio, já que não vendo mais times, mas por que realmente me incomoda ver alguém criticando o preço cobrado por um artesão, sem pensar no que realmente tem por trás daquele preço. Mais ainda quando criticam a pessoa, como se ela fosse mercenária ou egoísta por não querer dar seu trabalho de graça.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

SELEÇÃO DO CHILE COM JOGADORES SELECIONADOS.
1 - ROBERTO ROJAS
2 - CASTAÑEDA
3 - FUENTES
4 - ROCCO
5 - MALDONADO
6 - REYES
7 - TELLO
8 - SIERRA
9 - IVAN ZAMORANO
10 - VALDIVIA
11 - MARCELO SALLAS

HISTORIAS DO FUTEBOL DE MESA

Talvez não exista, no Brasil, uma diversão tão popular quanto o famoso “jogo de botões”! Em todo o país, seja em lugares tão distantes e díspares quanto o Amazonas e o Rio Grande do Sul, por exemplo, não existe um menino (e cada vez mais meninas também) que, nem que seja ao menos uma vez, não tenha experimentado a emoção de comandar ao seu próprio time, ser ao mesmo tempo técnico e jogador, imaginar-se pisando o gramado do Maracanã ou de Wembley, marcando um gol pelo time do seu coração ou erguendo a Taça Jules Rimet, fantasias que somente a magia do futebol de mesa pode proporcionar!
A origem do esporte até hoje é controversa, embora vários estados e pessoas a reivindiquem para si, ela se perde no tempo. O fato é que os jogos começaram a ser disputados nas primeiras décadas do século passado, mais ou menos ao mesmo tempo, em vários lugares diferentes, o que leva a crer até mesmo numa geração espontânea, pois a idéia em si, não é muito difícil de ser imaginada. Também é sabido que as primeiras cidades onde o jogo começou a ser praticado eram todas capitais costeiras, donde é fácil deduzir-se que, provavelmente, num mundo onde ainda não existiam carros e aviões, foram marinheiros os responsáveis pela sua divulgação, assim como ocorreu com o próprio futebol.
Dessa maneira, o jogo chegou até a outros países, como principalmente Argentina, Espanha e Uruguai e, para variar, assim como ocorre em vários estados brasileiros, com isso também os espanhóis passaram a se dizerem os seus inventores.
Nessa época o futebol, embora já estivesse começando a ultrapassar o remo na preferência popular, ainda era um esporte caro e de elite. Sua prática exigia equipamentos importados e os clubes onde era jogado eram fechados às camadas mais pobres da população. Jogar botão era, desse modo, uma maneira barata de se imaginar num cenário inatingível para aquelas crianças de então.
É justamente daí que vem o nome que perdura até hoje... O futebol de botões era jogado, literalmente, com botões de roupas, o que já não acontece mais no Brasil há muitos anos, dado ao avanço tecnológico e a dimensão organizacional que o esporte alcançou, mas que ainda ocorre na Argentina ou na Espanha, por exemplo.
Botões maiores, dos antigos “casacões”, eram rapidamente transformados em pesados “zagueiros”! Botões menores viravam velozes “atacantes” e os pequeninos botões de “ceroulas” ou golas de camisas viravam as “bolas” do jogo! Nos gols improvisados, goleiros de caixas de fósforo, que logo começaram a ser recheados com pedras, barro, chumbo derretido ou qualquer coisa que os tornasse impossíveis de serem derrubados facilmente.
Os campos eram riscados primeiro nas calçadas, onde os botões não deslizavam bem, depois nos pisos de cerâmica ou mármore, bem mais “deslizantes”, mas logo evoluíram e subiram às mesas de jantar, onde logicamente era mais fácil de se jogar do que agachado no chão! Assim surgiram de uma só vez o outro nome pelo qual o esporte é conhecido, futebol de mesa, e o material definitivamente ideal para os campos: a madeira!
Em 1930 o carioca Geraldo Celso Décourt publicou o primeiro livro de regras oficiais. Embora paulistas e paraenses digam o contrário, foi comprovadamente no Rio de Janeiro, então a capital do País, que o futebol de botão começou a se organizar e a tomar forma de esporte. Décourt batizou ao jogo de “Foot-Ball Celotex”. O porque do nome ainda hoje é controverso. Uns dizem que era o nome oficial do tipo de madeira (na verdade um aglomerado) que Décourt usou para confeccionar aos campos. Outros dizem que, na realidade, ele utilizou madeira de engradados conseguidos no porto do Rio de Janeiro e que “Celotex” era simplesmente o nome estampado nestes caixotes, provavelmente o nome da companhia de navegação ou do exportador estrangeiro. De qualquer modo, o fato é que, a partir da publicação das regras, os botões em si também começavam uma curva evolucionária, digna de Darwin.
Até a década de 40, os mais populares ainda eram os botões de roupa que já começavam, porém, a serem “lixados” para conseguirem melhores chutes e deslizamento. Na década de 50, as fichas de pôquer dos cassinos começaram a ser utilizadas, sendo mais tarde substituídas pelas fichas dos antigos “lotações” e ônibus. Muitas começaram a serem coladas em camadas e depois trabalhadas na lixa e polidas, começando assim a surgir a indústria dos botões especificamente preparados para o jogo. Nos anos 60 surgiram as tampas de relógio, também conhecidas por “vidrilhas”. Tinham a vantagem, por serem ocas e transparentes, de se poder pintar ou colar de uma maneira segura e definitiva, escudos, uniformes, nomes e rostos de jogadores, recortados de jornais, revistas ou álbuns de figurinhas. Durante esse tempo todo, outros materiais chegaram a ser utilizados na confecção artesanal dos botões, como a popular casca de coco, o chifre de boi, o baquelite e o plástico, derretido dentro das antigas fôrmas de empadas.
Nos anos 70 o botão já era esporte e a sua fabricação industrializada. Pequenas fábricas produziam os bonitos, mas caros, botões em galalite, enquanto as grandes indústrias de brinquedos fabricavam em larga escala modelos populares de plástico. Por outro lado, os atletas “profissionais” de então adotaram o acrílico, a madrepérola, o craquelê, o paladon ou a mica, materiais utilizados até hoje! Os botões “oficiais” atuais alcançaram, inclusive, um nível de beleza, requinte e sofisticação tal que inclui, até mesmo, escudos metálicos embutidos dentro dos botões, fabricados personalizados e sob encomenda, de acordo com a orientação e as especificações que o freguês desejar.
Por falar nos “profissionais”, no final dos anos 50 e início dos 60 começaram a surgir, primeiro na Bahia, depois no Rio Grande do Sul e logo no restante do país as primeiras “Associações”, clubes destinados exclusivamente à prática do jogo. Na virada dos anos 60 para os 70 começaram as disputas dos Campeonatos Brasileiros e, em 1988, o futebol de mesa foi oficialmente reconhecido como esporte pelo antigo Conselho Nacional de Desportos (CND, órgão substituído atualmente pelo INDESP), através da Resolução N.º 14, de 29 de setembro de 1988, acatando ao Of. N.º 542/88 e ao Processo N.º 23005.000885/87-18, baseado na Lei N.º 6.251, de 8 de outubro de 1975 e no Decreto N.º 80.228, de 25 de agosto de 1977. Assinado pelo então Conselheiro-Presidente Manoel José Gomes Tubino, o histórico texto afirma que considerando que os requisitos técnicos ao reconhecimento (previstos na Lei e Decreto já citados) haviam sido satisfatoriamente atendidos, que a sua prática já era exercida há vários anos e difundida inclusive internacionalmente, que a solicitação havia sido formulada por nove estados e levando em conta o grande número de praticantes, o CND resolvia “reconhecer o futebol de mesa como modalidade desportiva praticada no país, como uma vertente dos esportes de salão”, onde se incluem o xadrez e o bilhar, por exemplo.
Hoje existem 4 grandes regras nacionais, conhecidas popularmente por “Baiana”, “Paulista”, “Carioca” e “Dadinho”, além de inúmeras outras regras chamadas de regionais, como a “Gaúcha” ou a “Maranhense”. A diferença entre cada uma delas é, basicamente, o tamanho das mesas, a duração do jogo, o formato das “bolas” e o número de toques que os botões podem dar. As regras “Baiana” e “Carioca” utilizam-se de 2 tempos de 25 minutos e mesas de 2,20 m x 1,60 m, sendo que na “Baiana” a “bola” é um disco achatado de poliuretano e só é permitido um toque por vez, enquanto na “Carioca” a bola é esférica, de feltro, e são permitidos 3 toques. A duração do jogo nas regras “Paulista” e “Dadinho” é de 2 tempos de 10 minutos e suas mesas possuem 1,87 m x 1,21 m. A “Paulista” utiliza-se da mesma bola esférica que a “Carioca”, porém o número de toques é maior: 12. O “Dadinho” utiliza como “bola” um pequeno cubo plástico e os toques são 8 por vez.
A nível nacional a estrutura é basicamente a mesma do futebol: a Confederação Brasileira de Futebol de Mesa reúne as diversas federações (existem estados onde há mais de uma federação) e a sua presidência é exercida, alternadamente, por representantes das grandes regras que possuem também, cada uma, as suas próprias Vice-Presidências e realizam os seus próprios Campeonatos Brasileiros. As federações reúnem, nos estados, aos clubes e realizam aos seus Campeonatos Estaduais. Nos clubes é onde o esporte é praticado assiduamente, durante toda a semana.
No Rio de Janeiro, A ÚNICA FEDERAÇÃO OFICIALMENTE FILIADA, RECONHECIDA  E AUTORIZADA A FUNCIONAR NO ESTADO PELA CBFM (CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL DE MESA) É A FEBOERJ (Federação Botonista do Estado do Rio de Janeiro), fundada em 1º de Maio de 1988 e que possui como filiados 19 clubes: APROFUME (Piedade Tênis Clube), AFUMIG (Social Ramos Clube), AFUMERJ (Country Club da Tijuca), AALFM (Associação Atlética Light), AAPFM (Associação Atlética Portuguesa), ACFB (Associação Atlética Cabofriense), AFOCERJ (Andaraí), AFOCEN (Niterói), AFUMEC (Academia Aerodinâmica), NBL (Sargentos de Cascadura), Liga Rex (Esporte Clube Maxwell), Oficina do Botão (Barra Garden Shopping Center), Superliga (Pequenos Vascaínos), ASSBOM (Méier), além das associações de Resende, Penedo, Teresópolis, São José do Vale do Rio Preto e Nova Friburgo, no interior do estado. Seu site, um dos mais completos do esporte, localiza-se em www.feboerj.com.br e os contatos podem ser feitos com Marcelo Coutinho, Vice-Presidente da entidade, através do e-mail marcelo.coutinho@feboerj.com.br.
A FEBOERJ, com o apoio da Prefeitura de Macaé, da Ginastic Equipamentos Esportivos e da Oficina do Botão Esportes Ltda, promoveu de 20 a 22 de setembro de 2002, o 1º CAMPEONATO SUL-AMERICANO DE FUTEBOL DE MESA, reunindo botonistas do Brasil e Argentina, que disputaram a competição na regra do “Dadinho”. De 18 a 20 de abril de 2003, foi a vez do Rio de Janeiro transformar-se na capital internacional do futebol de mesa ao realizar no Clube da Barra da Tijuca da Associação dos Funcionários do BNDES, com o apoio da E-Dablio Software Factory, da Joad Ind. e Com. de Peças de Acrílico, da Oficina do Botão Esportes Ltda e da Ginastic Equipamentos Esportivos, o 1º CAMPEONATO MUNDIAL, também na regra do "Dadinho", que reuniu representantes do Brasil, Argentina, Chile e Espanha.
Uma das mais antigas e conceituadas Federações do esporte, os atletas da FEBOERJ possuem também inúmeros títulos inter-estaduais, entre eles 10 Campeonatos Brasileiros!
E assim, em uma evolução de quase 100 anos, o futebol de botões passou de uma brincadeira de crianças para um esporte altamente organizado e profissional, encarado com extrema seriedade não só no Brasil como em vários outros países, que movimenta consigo uma grande indústria e que, com isso, já começa a sonhar mais alto... O sonho agora é Olímpico! E, depois de tudo o que os seus adeptos já alcançaram, alguém ainda duvida de que isso não seja possível?